Dieguinho: uma história de superação no futebol Atleta ultrapassa dificuldades e encontra motivação para continuar nas quatro linhas

Superação, essa é a palavra que resume a trajetória do lateral direito Dieguinho. O atleta passou por muitas adversidades para conseguir espaço no futebol. Natural de Parada Angélica, Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, o jovem viveu momentos de expectativa para ser efetivado.

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Foto: Vinicius Pousada

– Minha vida no futebol começou um pouco tarde aos 14 anos e o meu primeiro teste num clube de futebol foi no Duque de Caxias e depois no Fluminense. Porém, só tive a oportunidade de jogar um campeonato organizado pela Federação no meu último ano de juvenil em Minas Gerais. Me lembro que joguei apenas duas partidas, destacou.

Quando Dieguinho atingiu a idade de atuar na categoria de juniores começou um intenso número de testes. De acordo com o atleta, durante toda a carreira, foram feitos nove avaliações no Duque de Caxias, Fluminense, Tigres do Brasil, Audax, Vasco da Gama, Internacional-RS, Cruzeiro-MG, América-RJ e America-RN. No primeiro ano de juniores o atleta não conseguiu ser aproveitado em nenhuma equipe, mas pouco tempo depois, o Bonsucesso resolveu dar uma chance ao jogador.

– Cheguei no final da competição e atuei em apenas seis partidas. Num desses jogos enfrentamos o Vasco. Depois do campeonato surgiu a possibilidade de fazer uma experiência no time de São Januário. Fiquei cerca de um mês por lá, mas não fui aproveitado, lembrou.

O Bonsucesso novamente abriu espaço para Dieguinho mostrar o futebol  ainda como juniores. Apesar do bom desempenho, o lateral direito não conseguiu vaga na equipe profissional da agremiação esportiva.

Dieguinho: As dificuldades da profissionalização

“O meu primeiro ano de profissional foi muito difícil”, com essa frase Jackson Diego, começou a comentar sobre suas experiências como atleta profissional. Dieguinho enxergava a carreira de atleta cada dia mais distante da realidade.

– Após o Internacional não tive mais oportunidades. Na necessidade de ajudar minha família financeiramente e tocar minha vida pessoal, aprendi a profissão de barbeiro. Durante todo o ano de 2016 ganhei a vida cortando o cabelo das pessoas, confirmou.

Na próxima semana vamos continuar contado essa história aqui na Jornada Interativa

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